Provavelmente é porque tive a sorte de ter alguém que me contava histórias e que me cantava com uma viola os seus próprios poemas, que eu fiquei a gostar de ler poesia, de tentar perceber a melodia nas palavras e os seus sentidos, de procurar os meus próprios sentimentos expressos nas palavras de quem sabe fazê-lo.
No entanto, há 2 semanas atrás, numa formação sobre a importância da poesia na Educação, dei-me conta de que ela tem estado ausente da minha vida nos últimos anos. Ainda procurei no meio dos livros cá de casa, mas em vão. Habituada à facilidade de os ter à mão na casa dos meus pais, nunca comprei nenhum livro de poesia, com a excepção de uns poemas de Höderlin.
Para tentar preencher essa ausência, comprei poemas para a miúda. E não é que quando acabo de ler, ela me pede mais?

No entanto, há 2 semanas atrás, numa formação sobre a importância da poesia na Educação, dei-me conta de que ela tem estado ausente da minha vida nos últimos anos. Ainda procurei no meio dos livros cá de casa, mas em vão. Habituada à facilidade de os ter à mão na casa dos meus pais, nunca comprei nenhum livro de poesia, com a excepção de uns poemas de Höderlin.
Para tentar preencher essa ausência, comprei poemas para a miúda. E não é que quando acabo de ler, ela me pede mais?

Os poemas são de Matilde Rosa Araújo e as ilustrações de Maria Keil.

Escreve Inês Pupo e Gonçalo Pratas e ilustra a Cristina Sampaio. Tem CD a acompanhar.
